Acompanhar a fila: status, Kanban, filtros e apontamento de horas

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Depois de aberta, a O.S. vive numa fila. Esta tela é onde você enxerga essa fila, move o trabalho e descobre o que está travado. A lista fica em Ordens de Serviço, e o seletor Modo de visualização alterna entre Tabela e Kanban.

Os status, e por onde a O.S. pode andar

São nove situações possíveis, e o caminho normal segue nesta ordem:

  1. Aguardando diagnóstico — chegou, ninguém olhou ainda.
  2. Diagnóstico realizado — o técnico sabe o que é.
  3. Aguardando aprovação — a bola está com o cliente.
  4. Aguardando peça — aprovado, faltando material.
  5. Em reparo — na bancada.
  6. Pronto para entrega — terminou, aguardando o cliente.
  7. Entregue — saiu da loja.

Fora do caminho normal existem Cancelada e Recusada, alcançáveis de quase qualquer ponto e ambas exigindo um Motivo da sua lista de cadastros, com observação opcional.

Três regras governam o movimento:

  • Você pode voltar um passo — o conserto que revelou outro problema volta para Aguardando aprovação sem gambiarra.
  • Não dá para pular etapas. Ao tentar, o sistema explica: "Esta OS não pode ir direto para X. Mova-a para a próxima etapa do fluxo (ou use Cancelada/Recusada)."
  • Entregue, Cancelada e Recusada são finais. A tela passa a mostrar Esta OS está encerrada.

Toda mudança de status entra no Histórico da O.S., com quem fez e quando — assim como a troca de técnico responsável.

O quadro Kanban

No modo Kanban, cada status vira uma coluna e cada O.S. vira um card com número, cliente, aparelho, técnico, prioridade colorida, Aberta em e Previsão de entrega. O topo de cada coluna mostra o Total — a soma dos valores que estão parados ali, que é a leitura que ninguém faz e todo mundo deveria: R$ 18 mil sentados em "Aguardando aprovação" é dinheiro que depende de um telefonema.

Você arrasta o card para mudar de status. As mesmas regras valem: transição inválida é recusada com a explicação, arrastar para Cancelada ou Recusada abre o modal de motivo, e card em status final não arrasta. Dentro da coluna, você também reordena os cards para montar a ordem de trabalho do dia.

Encontrar uma O.S. específica

A busca do topo procura por número ou cliente. O botão Filtros abre o resto:

  • Técnico e Cliente.
  • Etiqueta.
  • De e Até — recorte por data.
  • Valor mín. e Valor máx.

Os filtros valem para os dois modos de visualização — o que você filtrar na tabela continua filtrado no Kanban.

Ações em massa

Na tabela, selecionando várias O.S. aparece a barra de ações:

  • Reatribuir técnico — o caso do técnico que entrou de férias e deixou doze aparelhos na bancada.
  • Etiquetas — imprime as etiquetas de identificação das O.S. selecionadas, para colar no aparelho na prateleira.
  • Exportar — gera a planilha das O.S. selecionadas (ou de todas as filtradas).

Na visão consolidada, com mais de uma loja ativa ao mesmo tempo, as ações em massa ficam indisponíveis — é preciso escolher uma loja específica. A tela avisa isso.

Apontamento de horas

Saber quanto custa a O.S. é fácil. Saber quanto tempo ela consumiu é o que revela o serviço que você cobra errado. Dentro da O.S., o bloco Tempo resolve isso.

Os controles são Iniciar, Pausar, Retomar e Parar. Cada apontamento registra quem, quando, quanto tempo, a origem e uma observação. A origem pode ser:

  • Cronômetro — o técnico marcou o tempo na hora.
  • Visita — gerado automaticamente pelo check-in e check-out de um atendimento externo.
  • Lançamento manual — para o trabalho feito com o cronômetro desligado. Você informa início, término e o que foi feito.

Duas regras que evitam número inventado:

  • Cada pessoa tem um cronômetro só. Iniciar numa O.S. enquanto outra está rodando pausa a primeira, e a tela avisa qual. Ninguém aponta 16 horas num dia de 8.
  • O sistema nunca encerra um cronômetro sozinho. Se um ficou aberto além do prazo que a loja configurou, ele ganha o selo Esquecido? e um aviso pedindo a correção do horário. Fechar automaticamente registraria horas que não aconteceram — pior do que deixar o esquecimento à vista.

Uma marca aparece no topo da tela enquanto há cronômetro rodando, com atalho para voltar à O.S. Em O.S. encerrada o cronômetro não inicia, mas o lançamento manual continua disponível — porque a hora trabalhada existiu mesmo que o registro tenha atrasado.

O tempo é informativo: ele alimenta os relatórios de horas e não entra no valor cobrado, no caixa nem na comissão.

Com o que isto se conecta

  • RelatóriosHoras por técnico, Horas por O.S., Tempo em cada etapa e Trabalho x permanência saem daqui.
  • Dashboard — as O.S. paradas há mais dias do que a loja tolera aparecem lá.
  • Agenda — a previsão de entrega alimenta a visão por prazo.
  • Cadastros — as prioridades que colorem os cards e os motivos do cancelamento.

Para onde ir depois

  • Laudo e aprovação do cliente — o que preencher em cada etapa.
  • Entrega, garantia e retrabalho — o fim do ciclo.
  • Relatórios — o que os números de tempo revelam.

Resumindo: a O.S. anda por um fluxo de status que não deixa pular etapa, você move o trabalho arrastando cards no Kanban (de olho no total parado em cada coluna), encontra qualquer serviço pelos filtros, resolve pendências em massa e registra as horas com um cronômetro por pessoa que nunca fecha sozinho.

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