O WiseData Time existe para responder uma pergunta que quase nenhuma agência consegue responder com segurança: quanto tempo custou esse cliente? Você registra as horas da equipe, diz quanto vale cada hora, e o sistema mostra quais contratos dão lucro e quais consomem mais do que rendem.
Uma coisa que ele não é: ponto eletrônico. Não registra entrada e saída para fins de CLT, não emite espelho de ponto e não atende à Portaria 671. O que ele mede é tempo por projeto, não jornada de trabalho.
As peças, na ordem em que se encaixam
Tudo no produto pendura em uma sequência curta. Vale entender essa sequência antes de sair cadastrando, porque ela explica por que certas telas ficam vazias no começo.
Cliente — quem contrata o trabalho. Em Clientes.
Projeto — o que você vendeu para aquele cliente. É no projeto que ficam o modelo de cobrança, o valor do contrato e as horas previstas. Em Projetos.
Tarefa — a quebra do projeto no que a equipe faz de fato no dia. Opcional, mas é o que dá granularidade ao relatório. Em Tarefas.
Hora apontada — o registro de tempo em si, sempre ligado a um projeto. Em Meu tempo.
Valor da hora — quanto aquela hora vale para o cliente. Em Workspace e nas colunas de valor de Clientes, Projetos e Equipe.
Leitura — Relatórios mostram onde o tempo foi; Rentabilidade mostra se compensou.
Projeto sem cliente também existe: é o projeto interno, para reunião de equipe, prospecção e o trabalho que não é de ninguém de fora. Ele aparece separado nos relatórios em vez de sumir da conta.
O workspace é o cercado de tudo isso
Clientes, projetos, horas, taxas e equipe vivem dentro de um workspace. É ele que define o fuso horário (o que decide a que dia pertence uma hora lançada às 23h), o dia em que a semana começa e a moeda usada em todos os valores.
Uma conta pode ter mais de um workspace — útil quando a operação tem duas frentes que não se misturam, como uma agência e um estúdio de vídeo com equipes e clientes diferentes. Múltiplos workspaces fazem parte do plano Enterprise; começar com um só é o caminho normal.
Como o tempo vira dinheiro
Este é o ponto que separa o WiseData Time de um cronômetro comum. Cada hora apontada guarda, no momento em que é registrada, o valor que ela valia naquele momento.
Um exemplo que vale para o artigo inteiro: a Fábrica de Sabão é sua cliente, e o projeto Rebranding foi vendido por R$ 50.000 com 200 horas previstas. Se o valor da hora do projeto é R$ 250 e alguém aponta 3 horas nele, essas 3 horas ficam valendo R$ 750 — para sempre. Se em setembro você reajustar a hora para R$ 300, as horas de agosto continuam valendo R$ 250.
Isso não é limitação, é proteção: sem esse congelamento, um reajuste de taxa reescreveria o valor de todo o histórico e o relatório que você já entregou ao cliente passaria a mostrar outro número. Quando a taxa realmente foi cadastrada errada, existe uma operação explícita de recalcular valores de um período — que você dispara de propósito, sabendo o que está fazendo.
Quem enxerga o quê
Nem todo mundo vê dinheiro. O papel de cada pessoa no workspace decide isso, e o produto omite os valores em vez de mostrá-los zerados:
Dono — vê tudo, inclusive o custo da hora da equipe e a margem real. Responde pela conta e pela cobrança.
Administrador — gerencia equipe, clientes, projetos e tarefas, e vê o valor cobrado. Custo só se o dono ligar essa permissão nas configurações do workspace.
Membro — aponta horas e cria tarefas. Não altera clientes nem projetos, e não vê valores.
Fechamento do período, quando você quiser
Se a sua operação precisa de conferência antes de faturar, a equipe envia a semana (ou o mês) para aprovação e quem aprova confere as horas por projeto antes de aceitar. Depois de aprovado, o período fica congelado — inclusive para quem aprovou. É o recurso de Aprovações, do plano Enterprise, e ele é opcional: sem ele, cada um aponta e os relatórios já contam a história.
Para onde ir depois
Primeiros passos — o caminho prático até a primeira hora registrada.
Registrando horas — cronômetro, lançamento manual e timesheet da semana.
Clientes, projetos e tarefas — como montar os cadastros sem retrabalho.
Valor da hora — a ordem em que o sistema procura a taxa de cada hora.
Rentabilidade e orçamento — a tela que responde a pergunta do título.
Resumindo: cliente, projeto e tarefa sustentam a hora apontada; a hora congela o valor que valia no dia; relatórios mostram para onde o tempo foi e a rentabilidade mostra se o contrato valeu a pena. O workspace é o cercado que define fuso, semana e moeda de tudo isso.